Na verdade, eu acho que tudo tem uma certa relação.
É... necessidade estranha de ser o que não se pode.
A ansiedade toca as minhas mãos e me fez desaparecer em litros e litros de água
contaminada.
Por que você decidiu ficar bêbado hoje?
São paranóias adultas de levar o cu para passear...Você pode me explicar ?
Aaaaaaaaaaaaaaaaaa o refúgio.
O
stop
baseado em vinho.
A realidade bate, não vamos abrir?
vamos abrir? Diga que dá
pena ouvir, pois não vai sair nada.
Terei que trabalhar?
Só perambule pelos meus sonhos. Pesadelos?
Passe adiante o peso
não dói...
Sei, sua percepção está
atualizada.
Espera até abril...a minha cegueira acabará.
E as ameaças de morte,
iniciarão?
A gente vive na marginalidade não há sentido...
Eu me deprimo,
amanhã
partirei.
Você pode me dizer?
Deus sempre atrapalha tudo!
Prefiro entender o quatro ao quadrado.
Lave louça que passa, há muita roupa
no varal. Preciso me depilar... talvez saia alguma coisa.
A minha bunda não cabe no
assento do vaso, eu disse para comprarmos um maior.
Não entendo a paranóia, todos
fechados e nem fazem ruídos...É irritante! Sempre tropeço nas estantes, você é sensível?
Eu disse para você me falar das suas
obsessões, não de laranjas.
Então vá buscar o seu olhar...só não vale adendo.
Adeus, levo os muffins de queijo e azeitona, é o momento de partir.
Odeio política, você sempre soube, não me dirija idéias
esquerdistas.
Sem problemas, amanhã...sem delongas, partirei.
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