quinta-feira, 12 de maio de 2011

no se jodan por mi, en la caída de la tarde

Vai me fala de você, das suas obsessões.

Na verdade, eu acho que tudo tem uma certa relação.
É... necessidade estranha de ser o que não se pode.
A ansiedade toca as minhas mãos e me fez desaparecer em litros e litros de água

contaminada.
Por que você decidiu ficar bêbado hoje?
São paranóias adultas de levar o cu para passear...Você pode me explicar ?

Aaaaaaaaaaaaaaaaaa o refúgio.
O
stop
 baseado em vinho.
A realidade bate, não vamos abrir?

vamos abrir? Diga que dá 
pena ouvir, pois não vai sair nada. 





Terei que trabalhar? 


Só perambule pelos meus sonhos. Pesadelos? 


Passe adiante o peso 
não dói... 


Sei, sua percepção está 
atualizada. 


Espera até abril...a minha cegueira acabará. 


E as ameaças de morte,


iniciarão?

A gente vive na marginalidade não há sentido...
Eu me deprimo,
amanhã
partirei.

Você pode me dizer?
Deus sempre atrapalha tudo!

Prefiro entender o quatro ao quadrado. 


Lave louça que passa, há muita roupa

no varal. Preciso me depilar... talvez saia alguma coisa.

A minha bunda não cabe no
assento do vaso, eu disse para comprarmos um maior.
Não entendo a paranóia, todos

fechados e nem fazem ruídos...É irritante! Sempre tropeço nas estantes, você é sensível?




Eu disse para você me falar das suas

obsessões, não de laranjas.

Então vá buscar o seu olhar...só não vale adendo.
Adeus, levo os muffins de queijo e azeitona,  é o momento de partir.
Odeio política, você sempre soube, não me dirija idéias
esquerdistas.

Sem problemas, amanhã...sem delongas, partirei.

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