Me estranho toda as manhas.
Nao ouso pronunciar meu proprio nome.
Me sinto rara, porque nao sou a mesma que habita em mim.
Soy otra.
Soy otra que se senta en la orilla do rio
Encho a minha vida com prismas de outras vidas, será que isso é represar?
Todas as manhas nao sei o que vou encontrar.
Abro os olhos com cuidado, nao me movo por infinitos minutos,
meu lábio se resseca e mordo as pontas dos dedos até arrancar todas as cutículas
De manha me sinto outra, cheia de uma cascara blanda...
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