sexta-feira, 3 de junho de 2011

Teu poema

tu poema me acordó de:

...Eu o reencontro. Eu me lembro de voce. Quem é voce?
Voce me mata. Voce me faz bem. Voce me agrada. Que acontecimento.
Voce me agrada. Que lentidao repentina. Que suavidade. Voce nao imagina.
Voce me mata. Voce me faz bem. Voce me mata. Voce me faz bem. Eu tenho
tempo. Eu lhe imploro. Devore-me. Deforme-me até a feiúra. Por que nao voce?
Por que nao voce nesta cidade e nesta noite igual as outras ao ponto de me
confundir? Eu lhe imploro...( DURAS, Marguerite in Hiroshima Mon Amour)

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