Os dedos clavam meu corpo, me
violo para tentar gerar, choro toda semana, é difícil entender os motivos, mas
aqui estamos sem saber onde queremos chegar, é uma alternancia de sentimentos
que eclodem de meus piores pesadelos.
Estatica perfeita desgraca imbuida de amor, diz-se de tanto sofrer que
logo seremos depois de tamanha tormenta, aflitos entrarao no reino dos ceus. Eu
espero nao violar esta alma que desce com meus tormentos dias, de colores
destituidos cegamos o limite, nem falo de sacralizar o sexo, mas de uma
intolerancia sagaz contra o que nos alfineta. Ser intolerante basta-me, meu
voto de silencio nao durou muito, fui feita de uma volátil massa e de uma
intoleravel mania de destruir, lacrimejo entre oracoes esquecidas e templarios
malditos. Sinto frio, os pes desaceleram a alma, finjo nao perdoar, mas perdoo
antes mesmo de lembrar que nao era para ser feito, maldicao das mulheres: santas e putas? Sou mais forte, forte o
suficiente para descascarar a crueldade que invade o cotidiano, era muito fácil
para ser ficcao.
"finjo nao perdoar, mas perdoo antes mesmo de lembrar que nao era para ser feito"
ResponderExcluirai nena
que bateu saudade
aqui também. tanta saudade que tremeu forte durante a madrugada, bem forte...
ResponderExcluirme conte algo...
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