quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


Os dedos clavam meu corpo, me violo para tentar gerar, choro toda semana, é difícil entender os motivos, mas aqui estamos sem saber onde queremos chegar, é uma alternancia de sentimentos que eclodem de meus piores pesadelos.  Estatica perfeita desgraca imbuida de amor, diz-se de tanto sofrer que logo seremos depois de tamanha tormenta, aflitos entrarao no reino dos ceus. Eu espero nao violar esta alma que desce com meus tormentos dias, de colores destituidos cegamos o limite, nem falo de sacralizar o sexo, mas de uma intolerancia sagaz contra o que nos alfineta. Ser intolerante basta-me, meu voto de silencio nao durou muito, fui feita de uma volátil massa e de uma intoleravel mania de destruir, lacrimejo entre oracoes esquecidas e templarios malditos. Sinto frio, os pes desaceleram a alma, finjo nao perdoar, mas perdoo antes mesmo de lembrar que nao era para ser feito, maldicao das mulheres:  santas e putas? Sou mais forte, forte o suficiente para descascarar a crueldade que invade o cotidiano, era muito fácil para ser ficcao. 

3 comentários:

  1. "finjo nao perdoar, mas perdoo antes mesmo de lembrar que nao era para ser feito"

    ai nena
    que bateu saudade

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  2. aqui também. tanta saudade que tremeu forte durante a madrugada, bem forte...

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