comecei a viagem lendo psicanálise, passei para um livro estranhíssimo de marçal aquino que tenta ser muitas coisa, mas não é nada, leitura leviana de praia.
aqui em Salvador há um homem que anda por aí de armadura, e dizem que nunca ninguém viu o rosto dele. eu nunca o vi andando por aí. mas Eles viram. meus amigos viram. e a mesma pessoa que me contou esta história, poderia na verdade, ser o próprio cavaleiro.
Agilulfo, o cavaleiro inexistente; Gurdulu, seu escudeiro louco e inteiramente absorvido pelos seis sentidos; Rambaldo aspirante a paladino; e Bradamante mulher-cavaleiro... Sofrônia... Torrismundo... Os cavaleiros do Santo Graal... Carlos Magno e mais...todo riso corta por dentro. Acabei o livro, sem achá-lo tão engraçadinho como no começo. meio estranha e perturbada. sento na cama, penso, "tenho mais uma semana para mais um ou dois livros". Não dou espaço para a perturbação. Estendo a mão até a cabeceira e retiro o livro elegido, se chama "Ássia", o escolhi a dedo ontem em uma livraria só por causa do som que fazia a palavra. Ássia... que eu nem sabia o que significava... e depois de ler o primeiro capítulo descubro: em Russo, é um apelido afetuoso para "Ana".
gostoso saber que voce flertava com o "cavaleiro"...um dos meus preferidos! ...e o apelido...
ResponderExcluirahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
pertubar
pertubar
aqui tudo crescendoooo