Gata quando anda tem esse caminhar, poema de Baudelaire, Saias de navios, Navios que se fazem de saias.
Fluxo marinho entre coxas escuras
Vértice travestida de amizade,
Dorme na sala colhe nossos gemidos,
Escuras coxas, unhas de pistache, quero traga-las, Sorve-las.
De halito citrico, me embriago.
Volto a Baudelaire, coxas que resbalam os mares,
Pés feitos de carvao,
nao veio da China,
Mas é toda explosao.
…
desta explosão só ficou poeira
ResponderExcluirA poeira é o principio e o fim
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