era um poema de Ana Cristina Cesar que eu deveria meter nos bolsos, numa letra pequena para ler com os olhos fechados.
ontem dormi cheia de cerveja escura, meu pai tocava cancoes antigas. Era um poema de Ana Cristina Cesar que eu esperava encontrar na sacola vazia, busquei desesperada o livro, lembrei que deixei com uma querida amiga, era um daqueles poemas rasbicados em uma mesa de bar,
o frio cortava as pontas dos dedos. Tenho um baseado no bolso esquerdo, nunca tenho isqueiro, voce pode me passar algum?
CENIZAS. tal vez la mala suerte siempre camine con la buena suerte, si? Voy a tener un polvo de color gris entre mis brazos, como una combustion completa, llena de sales y ocalinas
Son reliquias, residuos de historias Converti algunos suenos en cenizas azules.
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